Boa tarde meus amigos.
Hoje tirei a manhã para fazer algumas compritas de roupa... o fim dos saldos...
Não estamos em época de grandes despesas, mas o que é um facto é que roupa é um bem essencial, comprada com regra, peso e medida! E eu estava a precisar de renovar algumas peças... que por muito que gostasse delas, já não estavam propriamente "apresentáveis".
Mesmo já no fim dos saldos, ainda se encontrava muita gente pelas lojas, e bem procurado, conseguia-se alguma roupa por bem menos de metade do preço daquilo que custavam há algumas semanas.
Não sou uma pessoa consumista, muito menos em roupa. Gosto de ter o que é necessário e essencialmente, coisas com que me sinta bem... depois é andar com elas e mais nada. Não sou muito de acumular roupa, ou outros bens materiais. Sinto-me uma pessoa relativamente tranquila e sobretudo descomplicada no que toca a este assunto.
Seja em época de crise ou não, devemos ser livres em relação a tudo o que é material. Garanto-vos, meus amigos, que desta forma damos muito mais valor às coisas que temos e sobretudo ao que realmente importa.
Pelo menos eu penso assim!
Ingredientes
4 costeletas de porco
4 fatias de pão de centeio
Molho pesto
4 triângulos de queijo fundido
Azeite
Alho em pó
Sal
Malaguetas trituradas
Limão
Preparação
1. Tempere as costeletas com sal, malaguetas, alho e limão. Deixe marinar 1 a 2 horas.
2. Desfaça as fatias do pão de centeio e junte-lhe azeite de modo a
formar uma pasta (grossa). Reserve.
3. Escorra as costeletas da marinada e barre por cima de cada uma o
queijo fundido.
4. Espalhe por cima do queijo o molho pesto e cubra com o preparado do
pão.
5. Coloque um fio de azeite na assadeira e por cima as costeletas.
6. Leve ao forno pré-aquecido nos 180º até as costeletas ficarem
cozinhadas e a crosta de pão crocante.
Sirva acompanhado com batatas fritas.
Custo Total: 5.40 euros | Custo por Pessoa: 1.35 euros
O molho pesto tem origem em Genova, Ligúria, Itália.
A imagem da Ligúria está ligada ao manjericão assim
como ao mar. O seu micro-clima particular e o terreno ideal favorecem o
crescimento de uma variedade de manjericão com perfume e gosto particularmente
equilibrados. Não existe sequer uma família ligure, que não tenha um vasinho
com uma planta de manjericão na varanda de casa e assim também faziam os
comandantes genoveses nas suas embarcações. A zona considerada ideal para o
cultivo do manjericão de melhor qualidade, é aquela que vai de Genova Pra a
Genova Pegli e se estende a oeste (ou ponente como dizem os locais) até Palmaro
e ao leste (ou levante) até Coronata.
O “parque do manjericão” nasce da vontade da
província de Genova de valorizar um recurso-simbolo da cidade, o molho pesto,
junto com a necessidade de valorizar a região de Genova Pra, território onde o
manjericão encontra de longa data as condições ideais para um óptimo equilíbrio
de perfume e sabor.
Além do manjericão, o modo de preparo do molho
pesto interfere no sabor. O antigo pilão (“pestello”) em madeira macera as
folhas, desfribrando-as, graças ao movimento rotatório provocado pelo pulso de
quem o estiver a utilizar. Assim, rasgado, o manjericão entrega todo o seu
sabor.
(In http://www.enoleigos.com.br)
Para quem quiser fazer molho pesto em casa, aqui fica uma receita:
1 xícara de manjericão
1 dente de alho
1/2 xícara azeite
Pitada de sal grosso
100g de queijo parmesão
4 nozes
1 dente de alho
1/2 xícara azeite
Pitada de sal grosso
100g de queijo parmesão
4 nozes
Triture tudo no liquidificador (não triture muito tempo seguido pois com
o calor o manjericão escurece)
Espero que gostem!



Adorei as costeletas estão com um aspecto super delicioso.
ResponderExcluirBom fim de semana
bjs
Que rica sugestão.Parece bem apetitoso.
ResponderExcluirBeijocas
Essas costeletas estão bem a meu gosto!
ResponderExcluirbeijinhos e bom fim de semana
Adorei este pratinho,....super delicioso!
ResponderExcluirBeijinhos
http://strawberrycandymoreira.blogspot.pt/
Olá Ricardo!! Que pratinho delicioso!!
ResponderExcluirAbraços, Fabiana.
Tens razão, eu penso como tu em relação às compras.
ResponderExcluirGosto muito de todas as sugestões que hoje nos deixas.
Beijocas
Parece parvo, mas eu reparei no modo como cortaste as batatas. Eu não sou esquisita. Como batatas fritas cortadas de qualquer maneira, MAS prefiro-as cortadas assim. Pela foto parecem palitos um pouco mais grossos que o normal. Como eu gosto!
ResponderExcluirPara o que me deu, não é? Reparar nas batatas!! :DD A costeleta também está muito apetitosa!
Oi meu amigo, saudades...
ResponderExcluirPor coincidência, minhas costeletas já estão na geladeira marinando p/ o almoço de amanhã.
A tua receita parece deliciosa.
Bjssssssssssss querido e que o teu domingo seja muito maravilhoso.
Mais uma delicia saida das tuas maos!
ResponderExcluirBeijinhos
Ficou com um aspecto fantástico!!!
ResponderExcluirBeijinhos
http://sudelicia.blogspot.pt
Tens toda a razão Ricardo, por vezes enchemos a nossa vida de tristezas e preocupações porque damos demasiada importância a coisas triviais e fúteis e esquecemos o mais importante... Adorei a receita, as referências históricas e as tuas explicações. São estas coisas que fazem do teu blogue "uma cozinha" tão especial.
ResponderExcluirBjnhos e um domingo fantástico.
http://saborescomtempo.blogspot.pt/
Oi Ricardo, concordo com seu modo de pensar sobre coisas materiais, digo sempre isso aqui em casa, algumas vezes sou compreendida em outras não.Mas o importante é manter-se na própria convicção.Quanto à sua receita achei bem interessante, nunca provei, mas parece muito boa.Suas imagens ficam sempre magnificas.Adorei.Beijos querido, tenha uma excelente semana.
ResponderExcluirAdorei a sugestão, simples, mas com um toque especial que a faz logo diferente. bjs
ResponderExcluirUma mistura de ingredientes bem a meu gosto, adorei o aspecto!
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